Essa ciranda de confusões, suspeitas e incertezas: "bem me quer, mal me
quer" traz, além de uma desordem, relações frágeis, desgastadas e frias.
A questão é que se sairmos da
superficialidade, compreenderemos que todo relacionamento passa por crises, e
que nada é tão perfeito, vibrante, fácil!
Fases difíceis são verdadeiros desafios, não para ficarmos desnorteados ou
desiludidos, mas, focados no compromisso, buscarmos maturidade pra resisti-las. Esses
confrontos precisam servir, não só eliminarmos o parceiro que idealizamos, mas,
especialmente, olharmos internamente e desvendarmos nossos próprios embaraços!
Como uma dança se forma com passos
para frente e pra trás, assim são os envolvimentos, carregados de idas e
vindas, encantos e desapontamentos, atitudes defensivas e entregas. Uma
liberdade cheia de regras e limites.
Enfim, se conseguirmos entender nossa linguagem de afeto, gastaremos mais tempo
celebrando do que reivindicando ou lamentando, e mesmo com os percalços e
adaptações, conseguiremos fazer brotar um amor consistente, sem conta.
Paz!









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