A Paixão de Cristo, para nós, cristãos, é a magnífica memória do “cumprimento da promessa”, fala sobre nossa sobrenatural redenção; Jesus, o justo, por amor, foi crucificado, morto, mas por fim, ressurgiu. Aleluia.
Durante esta Semana Santa, a
prima Silvana, convidou alguns do grupo de whatsAap da família para nos
conduzir com reflexões sobre esse tema; o compartilhar tem sido rico, inspirado,
abençoador.
Minha
concunhada Neyla Jibran, foi uma das designadas a trazer uma meditação, ela então
nos imergiu no sentido verdadeiro da Páscoa. Pedi autorização pra postar aqui
seu texto.
“Eis o
Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” Jo 1:29
Após
1.000 anos do dilúvio, Deus usou Moisés para tirar o povo hebreu que há 400
anos era escravo no Egito. A libertação daquele povo não foi simples. Deus
enviou 10 pragas que assolaram o povo e a terra do Egito. A escravidão deles não
era apenas física, mas também emocional e espiritual.
A última
praga, que seria a matança dos primogênitos, Deus dá ao povo hebreu instruções
específicas de como deveriam imolar um cordeiro, sem defeito, e o sangue desse
cordeiro deveria ser passado nos umbrais das portas das casas, ele as SALTARIA.
Pularia aquela casa e ali não haveria morte.
A
palavra Páscoa, literalmente, significa SALTAR, PULAR. Ali o povo foi guardado
do julgamento e da morte. A festa da Páscoa é a festa da grande libertação!
Jesus
morre exatamente na comemoração dessa mesma Páscoa. Ele é o Cordeiro de Deus
que tira o pecado do mundo. Seu sangue derramado na cruz nos livra do
julgamento, da morte, e nos traz libertação física, emocional e espiritual. O
anjo da morte não pode passar nos umbrais das portas daquele que crê e confessa
a sua fé no Cristo vivo, que derramou seu sangue, morreu e ressuscitou para que
fôssemos libertos e tivéssemos vida eterna.”
Para tanto, que o conhecimento sublime da verdadeira Páscoa, provoque em nós, além de gratidão e louvor, uma rendição que ressoe em ampla transformação da nossa história.
Paz.








