Conversando com uma sobrinha, mestre em Direito, que leciona a alunos em final de curso, esta comentou com tristeza, que em nossa sociedade não há mais "inversão de valores", que se houvesse seria até
mais fácil, o que ocorre hoje, é que foram
perdidos.
Parece não haver mais regras, parâmetros: certo ou
errado, permitido ou proibido, justo ou injusto; a banalização e o relativismo
imperam.
As famílias não possuem mais tempo para ensinamentos, reflexões, "chegar junto"; corrigir o filho tornou-se obsoleto, desnecessário.
A pressa é tanta que se quebrou o exercício dos debates, argumentações; encontros essenciais que, indiscutivelmente, privilegiariam os pais na formação da opinião e caráter de seus filhos.
A pressa é tanta que se quebrou o exercício dos debates, argumentações; encontros essenciais que, indiscutivelmente, privilegiariam os pais na formação da opinião e caráter de seus filhos.
Temos sido omissos, entregando a outros a
tarefa transformadora da educação. O estado tem assumido tal papel com tanta
força e convicção, que nossas crianças frequentam cada vez mais cedo e por um tempo ainda maior a escola.
Me fascina que, desde os primórdios, no
Pentateuco, quando Deus traz ao seu povo mandamentos e ordenanças, Ele já se ocupou
em instruí-los de qual forma deveriam conduzir os seus: "Estas palavras
que hoje te ordeno, estarão no teu coração: tu as inculcarás a teus filhos, e
delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho e ao deitar-te e ao
levantar-te." Dt. 6 : 6 e 7
Precisamos com urgência nos recompor e irmos a passos
largos em direção contrária ao que nos tem sido proposto. Abandonar o silêncio e conversar, inquirir nossos herdeiros; rascunharmos possíveis escolhas e resultados. Enfim, com nossa presença e convívio, resgatarmos preciosos princípios renunciados e esquecidos em nossa sociedade.
Paz!
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retirada de: alfaumuarama.com.br









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